Dupla Delícia.

Dupla Delícia.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Nem tão Romance assim,

É complicado falar, ou melhor, escrever sobre romances. Poque eles acabam se tornando repetitivos, óbvios...Todo mundo sabe o final e tal.
Mas aí é que está. Por isso esse merece ser contado. Não tem final. Ele simplesmente evapora no tempo, como a água no calor.


Sofia tem a vida que muita gente pede à Deus. Mas se o fazem é porque não sabem dos ursos que ela tem que matar à noite, sem que ninguém veja.
Não, ela não caça ou coisa assim, enfrenta os 'ursos' da vida que aparecem vez ou outra para atemorizá-la. As vezes ela os vence, outras...a batalha é mais dura e sangrenta, e a guerra acaba sendo adiada.
Mas até concordo que ela tenha uma vida muito boa.
Não é rica em dinheiro, mas rica de valores (praticamente esquecidos).
Gosta de ler e assistir filmes. Ela entra na história, participa, sente...vive ali.
Acho que é por isso que gosta tanto. Mas gosta mais das histórias com 'final feliz'. Justificável, já que ela faz parte delas. É uma forma de ter esse final também.

Mas...o perigo de gostar tanto de arte é acreditar demais nela e se frustrar mais que o normal quando as histórias terminam de um jeito estúpido (estúpido pra ela).

Opa! Mas não quero falar só dela! Aliás, Sofia é uma pessoa um pouco complicada de se explicar. Sei lá.

Bom, e se vamos falar de romance não dá pra ter apenas UM personagem, né?!
Que entre o cavalheiro(e cavaleiro) montado em seu cavalo branco, esguio, ...galopando entre as árvores com a espada em punho!!!!

Putz! Entrei no mundo irreal de Sofia. Foi mal.

Victor é o nome do cara. (é...tem até nome de Rei, príncipe e tal)
O Victor é uma delícia de pessoa. Quando o vi pela primeira vez, bem no dia em que conheceu Sofia, vi que uma pequena observação o acompanhava. Tipo etiqueta, sabe?! Escrito assim: aprecie com moderação.
Carambaaaa...não é que o cara vicia mesmo!
Não é o meu caso. Sou uma mera coadjuvante dessa história. Apenas assisti (de camarote) e agora estou aqui metendo a língua nos dentes. Ou melhor, com as mãos inquietas contando historinhas da vida dos outros. (a que ponto chegamos, hein)


Mas...ele é 'simplão' no jeito de ser.
Tenta ser no jeito de encarar as coisas, a vida também...Mas, acaba complicando ainda mais às vezes.
É...não adianta querer ver tudo raso. Há coisas que são profundas e exigem que a gente entre nas águas e molhe tudo, até os cabelos.
Tem coisas que são tão profundas que se não tiver boa respiração se afoga num instante.

Na verdade, do Victor não sei tanto. Sabe como é, né?! Homem é mais fechado. E mesmo ele sendo claro, é fechado.

Ele também gosta de ler. Aliás até mais que ela. Não sei é se o tipo de livro que gostam bate muito.
Ele gosta de pensar nas 'razões'. Ela gosta de pensar nos 'porquês'.
Ah! No final das contas acaba sendo quase a mesma coisa.
É só uma diferença de anatomia. Ele usa a mente e ela o coração.

Mas...vamos concluir as apresentações e dar início a história.

Um comentário:

  1. Nossaa! Como é bom ler da vida dos outros...rsrs empolgante!

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